Bem-vindos ao História em Foco
Este é um blog que tem informações sobre História Geral, do Brasil e Religião.
Finalidade: ser mais uma ferramenta de apoio pedagógico para os meus alunos do IEED e para quem mais se interessar!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Discurso do Presidente do Uruguai


Discurso esclarecedor sobre a nossa sociedade e qual é, de fato, o nosso problema e quais são os interesses que gorvenam a nossa sociedade.

sábado, 18 de agosto de 2012

RESPOSTA DAS ATIVIDADES:

Resposta da página 24

1) O gênero homo deslocou-se do continente africano para a Ásia a partir do curso do rio Nilo e, posteriormente, migrou para a Europa. A primeira espécie a sair da África teria sido o Homo erectus, entre 1 milhão e 700 mil anos atrás. Entretanto, foi o Homo sapiens sapiens que, até por volta de 12000 a. C., ocupou todos os continentes, com exceção da Antártida.
2) Segundo a Teoria Clóvis, há cerca de 15 mil anos, grupos de caçadores-coletores teriam saído da Ásia e chegado ao Alasca pelo estreito de Bering. Isto teria sido possível porque o planeta passava por sua última Era Glacial, durante a qual as águas do mar baixaram drasticamente, descobrindo o fundo do estreito de Bering. A partir do Alasca, essa população ocupou todo o continente por volta de 11500 anos atrás.
3) Segundo alguns cientistas, descobertas arqueológicas recentes revelam que a chegada do homem ao continente americano foi anterior a 15 mil anos atrás. A arqueóloga brasileira Niède Guidon encontrou vestígios humanos no sítio de Pedra Furada, localizado em São Raimundo Nonato, no Piauí, que datam de cerca de 50 mil anos. Outro pesquisador brasileiro que contesta a Teoria Clóvis é Walter Neves. Segundo ele, ocorreram várias ondas migratórias pelo estreito de Bering. Essas ondas migratórias não teriam sido constituídas apenas por grupos de origem asiática, mas também por grupos de origem “negroide”, vindos da Austrália. Sua hipótese está baseada no crânio de uma mulher encontrado em 1971, em Lagoa Santa (MG), que data de cerca de 11500 anos e apresentava traços morfológicos próximos aos dos aborígenes australianos e dos africanos.
LEIA MAIS SOBRE ESTES ACHADOS ARQUEOLÓGICOS NO SITE:  WWW.fumdham.org.br

4) A descoberta da agricultura aliada a domesticação de animais proporcionou um aumento do alimento, que por sua vez gerou um aumento da população, e como, as casas iam sendo construídas cada vez mais próximas umas das outras, surgiram as primeiras vilas e, posteriormente, as cidades.
De um estado de barbárie homogêneo e mais ou menos estático, vai nascer a complexidade de aspectos do mundo moderno. Esta transformação, de consideráveis conseqüências, foi  extraordinariamente rápida e começou durante o quarto milênio a. C., graças ao surgimento da agricultura e das cidades, quando o homem desenvolveu novas técnicas e aprimorou seus  conhecimentos. Longe de ser geral, ela se produziu em algumas regiões onde as condições de vida lhe eram favoráveis. Nessas regiões, a  vida do homem modificou-se muito rapidamente, enquanto na maior parte do mundo o modo de  existência primitivo persistiu durante séculos, talvez milênios." (J. Hawkes, Histoire de l'Humanité, Ed. UNESCO)

5) A vida sedentária tornou os grupos humanos vulneráveis à ação da natureza e às doenças endêmicas provocadas, muitas vezes, pela contaminação da comida e da água por dejetos acumulados. Além disso, a riqueza das cidades atraía os saqueadores nômades. Por outro lado, o contato com animais domésticos podia provocar epidemias, como as de sarampo e varíola.


6) As regiões de clima árido habitadas por grupos humanos apresentavam enormes dificuldades, que somente podiam ser vencidas pelo esforço coordenado de todos. A sobrevivência dependia, assim, de organização e força física direcionadas por uma vontade única (o Estado), com uma divisão de tarefas definidas previamente. Só assim era possível construir reservatórios de água, canais de irrigação, proteger o núcleo urbano contra saqueadores, etc.

7) A vida sedentária, os obstáculos impostos pelo meio e os conseqüentes esforços pela sobrevivência provocaram uma divisão de tarefas mais sofisticada, capaz de responder aos novos desafios. Com o tempo, essa divisão levou à diferenciação das profissões e aos primeiros níveis de hierarquia social. Alguns indivíduos assumiram lugar de destaque no grupo graças à autoridade moral, à capacidade de liderança ou à força física. Em vários casos, tais indivíduos passaram a deter privilégios e poder sobre os demais, e, alguns deles, tornaram-se governantes e reis.


RESPOSTA DA PÁGINA 42

1)    A Guerra do Iraque provocou, além da morte de milhares de iraquianos, a destruição de muitos edifícios, entre os quais o Museu de Bagdá. De lá, foram roubados ou destruídos aproximadamente 13 mil objetos produzidos por povos que habitaram a região há milhares de anos. Isso representou uma perda irreparável para o patrimônio cultural da humanidade, pois será impossível recuperar e restaurar a maioria desses objetos.

2)    O Iraque é o país que detém a maior parte do território da antiga Mesopotâmia, outras poções deste território pertencem atualmente, a Síria, Turquia e Kuwait. Na antiga Mesopotâmia se desenvolveu civilizações como: a Suméria, os Acádios, Babilônios (Amorritas e Caldeus), Assírios.

3)    Elas são chamadas de cidades-Estado porque tinham autonomia, ou seja, não estavam submetidas a um Estado mais amplo e centralizado.

4)    Os sumérios ocuparam a região graças, provavelmente, à existência de solos férteis em torno das margens dos rios Tigre e Eufrates. Com a necessidade de controlar as cheias dos rios foi necessário a construção de diques para proteger a cidade e ao mesmo tempo, proporcionar a construção dos canais de irrigação. Com o aumento populacional e o surgimento de novas atividades profissionais e a complexidade das relações sociais, atrelado a necessidade de coordenação das grandes obras hidráulicas, originou-se o Estado e as primeiras formas de escrita, devido à necessidade de se registrar as atividades que se realizavam na cidade.

5)    Por volta de 2350 a.C., as diversas cidades autônomas da região foram unificadas em torno de um único líder político e religioso. Essa mudança deu origem ao Primeiro Império Mesopotâmico, que unificou as leis, o idioma e a política de várias cidades. Sob a liderança do rei Sargão, o Império substituiu a autonomia das cidades-Estado.

6)    Sumérios (3500 a 2550 a.C.):
·         Primeira civilização mesopotâmica;
·         Fundaram importantes cidades-estados;
·         Ex: Ur, Uruk, Eridu, Nippur, Lagash, Abad e Zabalam;

Constituição Política:
·         Inicialmente o Templo detinha os poderes político, econômico e religioso, depois este poder migrou para os Palácios;
·         O Patesi (vigário de Deus ou deuses), era o chefe absoluto, governava auxiliado por uma casta aristocrática  de sacerdotes e altos funcionários.

Acádios:
·         O rei Sargão I em 2550 a.C invadiu as cidades-estados sumerianas;
·         Fundação do primeiro Império Mesopotâmico;
·         2150 a.C, os Guti (povos das montanhas) dominaram os acádios.

Amorritas – 2000 a 1600 a.C.:
·         Vindo do deserto da Arábia, chegaram a Mesopotâmia e estabeleceram-se na cidade da Babilônia;
·         Hamurábi (1728 – 1686 a.C.);
·         Expandiu o Império Babilônico por toda a Mesopotâmia, do Golfo Pérsico até o norte da Assíris;
·         O Código de Hamurábi, baseado na Pena de Talião;
·         Após a morte de Hamurábi, o império foi invadido pelos cassitas e Hititas que introduziram o cavalo e o ferro para fins militares;
·         Os cassitas dominaram a região por cerca de 500 anos;
·         Os assírios dominam a região.

Assírios – século VIII a VI a.C.:
·         A palavra assírios vem da palvra assur, que significa lugar de passagem;
·         Região ao norte da Mesopotâmia, utilizada como passagem natural entre a Ásia e o Mediterrâneo;
·         Principais cidades: Assur, Jarran e Nínive.
a.    Principais Reis:
·         Sargão II, Senaquerib e Assurbanipal.
b.    Organização dos primeiros exércitos permanentes:
·         Grandes conquistas militares e construção de um dos maiores impérios da antiguidade;
·         O exército era equi­pa­dís­­simo – arqueiros, lan­ceiros, carros de guer­ra e cavalaria.
c.    Revoltas internas enfraqueceram o império:
·         612 a.C., Caldeus e Medos destroem o Império Assírio.

Caldeus – 612 a 539 a.C.
·         Nabucodonosor – 604 a 526 a.C. -, filho de Nabopolassar, foi o principal rei babilônio;
·         Reconstruiu a Babilônia e a tornou em uma das mais bela e esplendorosa cidade do mundo antigo. Ex.: Jardins Suspensos, Torre de Babel;
·         Destaque militar: tomada de Jerusalém em 586 a.C. e a submissão do povo hebreu;
·         Em 539 a.C., após a morte de Nabucodonosor, Ciro, rei da Persa invadiu a Babilônia e a anexou a seu império.

7)    A invenção da escrita foi resultado das necessidades práticas de registro de certas atividades sociais. Nos palácios e templos eram armazenados produtos agrícolas para o pagamento de tributos ou para oferendas religiosas. Para registrar corretamente a quantidade e o tipo desses produtos, os sumérios anotavam em placas de argila úmidas a entrsada de cada item: bois, porcos, cereais, etc. A escrita sumeriana era chamada de Cuneiforme.

8)    O Código de Hamurábi é considerado o primeiro código de leis escrita da humanidade, foi criado pelo Rei babilônico (Amorrita) Hamurábi. Este código baseava-se na Pena de Talião, olho por olho e dente por dente.

Respostas dos exercícios

Alunos, estarei disponibilizando a correção dos exercícios até as 15 da tarde de hoje, então, aguardem algumas horas e entrem depois das 15 horas.

sábado, 4 de agosto de 2012

A Greve na Rede Pública Estadual Acabou

Chegou ao fim ontem a greve da rede pública Estadual que durou 112 dias, sendo a maior da história deste Estado.
Segunda-feira no IEED aula normal.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012


Publicado em 22/07/2012
Greve Geral! A greve é o caminho para reajustar salários e impedir o aumento da idade de aposentadoria!
A greve no serviço público federal já é uma realidade nacional e que envolve todos os estados e ao menos 26 categorias, incluindo a maioria dos ministérios e a maioria das setores de servidores públicos. No setor de educação, em que a greve primeiro tomou peso, a greve dos professores atingiu 95% das universidades federais e dos institutos federais de educação. A paralisação da categoria já dura mais de 50 dias!
        No demais setores, peritos do INSS, funcionários da Saúde, do Incra, do Ibama, da Funasa, da Polícia Rodoviária, da Agricultura, da Funai, do planejamento, da Fazenda, do DNIT, do Itamaraty, etc; todos estão numa greve geral dos servidores, que se enfrenta com o governo Dilma que quer manter os salários congelados!

É preciso derrotar o governo Dilma!
        A imprensa faz silêncio ou poucas observações a respeito; e até mesmo as principais entidades sindicais, como a CUT e Força Sindical, nada fazem pela vitória e unificação das greves; mas, apesar de tudo, a greve geral do funcionalismo segue e bate de frente com a  intransigência do governo Dilma. A reivindicação é simples e completamente justa: reposição das perdas dos salários defasados e a implementação de planos de carreira prometidos e nunca aplicados.
        O governo Dilma governa para os banqueiros, grandes empresários e fazendeiros. Mesmo na crise, os bancos seguem lucrando bilhões todos os meses, e só diminuíram os juros porque aumentaram as tarifas que seguem explorando os clientes, sem aumentar os salários dos bancários. Os grandes empresários também recebem isenções de impostos (em particular o IPI), que sempre são renovadas. Da mesma forma, 14 setores foram autorizados a não pagar mais o INSS de seus funcionários, aumentando o discurso do "rombo" na Previdência. E os grandes fazendeiros e madeireiros ganharam um Código Florestal que lhes anistia pelos crimes cometidos, legaliza as irregularidades e permite que desmatem praticamente sem limites a partir de agora.
        Estes são os setores que, no meio da crise, o governo Dilma protege. Ao contrário, os trabalhadores recebem o descaso com o serviço público, que teve mais de R$ 100 bilhões cortados do orçamento em apenas 2 anos, os ataques à Previdência e ao direito de se aposentar dignamente e o arrocho salarial e congelamento de salários!
Dilma: inimiga dos aposentados, públicos e privados!
        No caso da Previdência, em um ano, o governo Dilma já realizou um enorme ataque que FHC e Lula não conseguiram fazer em 16 anos: acabou com a aposentadoria integral no serviço público! Com a criação de Fundos de Previdência Complementar, os servidores dos 3 poderes perdem o direito a se aposentar com o salário que recebiam na ativa, e sobre o qual contribuíam, e só ganharão até o teto do INSS, que vem se desvalorizando ano após ano. Quem quiser ganhar mais, terá que pagar uma segunda vez, para o Fundo complementar, sem sequer ter alguma garantia, pois são fundos criados como "Contribuição Definida", o sistema em que se sabe quanto se paga, mas não se tem segurança nenhuma sobre quanto se irá receber. Este ataque brutal aos servidores públicos passou praticamente em branco e não teve reação quase nenhuma, sequer das entidades sindicais, na sua maioria comprometidas com o governo! O resultado é que o que já tinha sido rebaixado dos trabalhadores via CLT, ao invés de ser recuperado, agora virou a regra também para os estatutários.
        Neste momento, a lógica de nivelar todos os direitos por baixo continua. O ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB) já anunciou que o próximo passo a ser dado, sob ordens de Dilma, é instituir a idade mínima para aposentadoria entre os trabalhadores privados, que já precisam contribuir por 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens). Isso quer dizer que não bastará mais ter produzido - e pago - por uma vida inteira. Pela proposta de Dilma, terá que se esperar até os 75 anos (homens) para poder receber alguma coisa de tudo o que se contribuiu. Não dá para suportar mais: é preciso derrotar Dilma!
Arrocho, congelamento de salários e desprezo pelos direitos trabalhistas
        A maioria dos servidores federais está há 4 anos sem reajuste salarial. Antes disso, muitos já acumulavam perdas históricas e, mesmo em 1998, só obtiveram a reposição salarial de um curto período. O resultado são salários defasados e planos de carreira que excluem direitos.
        E o governo Dilma, que não deu um centavo ou 1% de aumento para ninguém no ano passado, já disse que neste ano não pretende dar nenhum reajuste novamente. Segundo o governo, a crise impede que seja reposto o poder de compra dos trabalhadores. É claro que o mesmo não vale para os grandes empresários. Mas vale para o professor, o médico, o agente de saúde, o trabalhador do INSS.
        Da mesma forma, a disparidade de salários só aumento, com concessões a poucos setores de altos funcionários e desprezo pela maioria. Há trabalhadores fazendo a mesma coisa, lado a lado, com um ganhando o triplo do outro. Por isso, a isonomia é outra luta fundamental que deve ser conquistada.
Greve Geral já!
        A resposta a um governo que não negocia com os grevistas é mais greve ainda! Dilma tentou estrangular a greve das universidades e a resposta foi seu crescimento até quase 100% das unidades. Depois, veio a incorporação de inúmeras outras categorias. E o governo já começa a sentir a pressão e admitir a possibilidade de abrir a guarda concedendo reajustes a alguns setores. Mas os trabalhadores não podem aceitar esta divisão! Neste momento, o mais importante é unificar todas as lutas e conclamar os demais setores a paralisarem juntos com os servidores públicos, saindo da pauta apenas salarial e funcional e incorporando bandeiras que dizem respeito a todos os trabalhadores.
        A greve dos servidores públicos deve ser entendida e defendida pelos demais trabalhadores. E, para isso, pontos em comum devem ser levantados, como forma de mobilizar toda a classe trabalhadora, contra medidas que afetarão indiscriminadamente dezenas de milhões de pessoas. Por isso, as centrais sindicais, que muito pouco ou nada têm feito pela vitória das greves em andamento, devem chamar o conjunto dos trabalhadores do Brasil a se mobilizar pelo aumento geral dos salários, como forma de combater a desgraça das dívidas e da inadimplência que se multiplica entre as famílias, além de garantir condições de vida melhores e enfrentar a atividade econômica recessiva que o pais já está vivendo.
        Além de aumento geral de salários, defendemos a imediata retirada de qualquer ação contra os direitos trabalhistas e à aposentadoria dos trabalhadores. O que precisamos imediatamente é de mais direitos, para quem vêm sendo explorado cada vez mais: redução da jornada de trabalho semanal para 36h; fim da incidência de Imposto de Renda sobre salários e PLR; e aposentadoria integral para todos, com o fim do fator previdenciário!
- Reajuste salarial geral já!
- Contra a Reforma da Previdência.
- Aposentadoria integral para todos. Fim do fator previdenciário.
- Redução da jornada de trabalho para 36h semanais, sem redução de salário.
- Todo apoio às greves dos servidores. Greve Geral em todo o Brasil já!